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Sob o sol do nunca, do ninguém, do nada,
meu peito liso sem rumo ou barco
busca o riso a esmo
essa cortina que esvoaça
na luz trêmula da tarde,
nuvens, nuvens
ainda que àsper,
cintilo à deriva
(Ledusha Spinardi)
Imginação voltando, de novo recomeço, novamente o mesmo caminho...
... pelo visto ancorei aqui
saudades...

E em meio ao emaranhado de idéias eu lhe encontrei, luz altiva que me guia pelos caminhos tortuosos. Você me ajuda a tomar decisões, escolhas; a compreender que uma bolacha ao invés de duas, meia cenoura são melhores que um cheeseburguer, não porque este último é mais calórico, mas porque essa opção me fará mais feliz.
Ando em direção à sua luz, porque não o sei fazer de outra forma, qualquer outro caminho me leva ao abismo e está fadado ao fracasso. Sua luz me purifica, me traz alegria e realização.
Oh, Luz altiva, me ajuda a discernir o certo do errado, o querer e o não querer. Me guia pela sua certeza e segura minha mão no momento de descontrole. Luz Imaculada, transforma-me em seu anjo guerreiro e lutarei por sua causa até o fim, carrega-me a junto de sua perfeição e me converta em sua imagem e semelhança. Aplaca a ânsia de minha alma e traga a felicidade plena que tanto busco.
São cinco da manhã e eu ainda não dormi, tenho ensaio do jazz as nove, que coisa. Ontem foi razoável. Depois do cadé da manhã, minha mãe me obrigou a almoçar, comi exatamente uma colher de arroz, uma de feijão e 1/3 do copo de suco de melancia. (eu aborreço vocês descrevendo meu cardápio ? não sei me pareceu enfadonho isso). A noite, felicidade total, aula de ballet, comemoração de um mês de namoro com música, lírios e sushi (me permiti a esse mimo, mas só comi 6 peças), quando cheguei em casa ensaei feito uma condenada para queimar algumas gordurinhas, minha unha do dedão até meio que inflamou por causa da sapatilha de ponta.
Notei que meu osso do peito (entre um seio e outro) está começando a aparecer, apenas començando, mas as coisas tem que iniciar de alguma forma não é ? O cinto que uso para marcar a cintura no ballet pelo visto está fazendo efeito, os furinhos estão começando a surgir juntamente com mais uma costela. Faltam agora os perfeitos ossinhos do quadril, mas eles hão de vir, com certeza.
Mais tarde respondo aos comentários, que eu por sinal amei, antes que eu me esqueça, respondendo À perguntas, os textos do inicio do post anterior, o do começo desse e todos os outros textos que não tem aspas e suas devidas referências são meus sim, assim como essas duas últimas imagens foram manipuladas também por mim. Não me importo que utilizem, não espero créditos, afinal na internet nada tem dono, mas peço que não se apropiem de forma a clamar para si a autoria, sei que não posso controlar isso, vai da consciência de cada um.
Muito obrigado pelo apoio,
Boa sorte e cuidem-se.

Ainda que esta fosse a última opção, e ainda que fosse de fato insanidade, desistir não é uma possibilidade, apesar de tudo essa é a realidade. No final de contas, tudo se resume em quantos quilos foram perdidos e quantas calorias foram ingeridas.
E mesmo que digam que está tudo bem, e mesmo que tudo esteja bem. Há o abismo, o vazio e o nada; e também os fantasmas seculares que atormentam nas noites frias. Suspiros errantes murmuram verdades não ditas, palavras malditas que não deixam serem esquecidas.
Rimas antigas retornam, mas são atenuadas pela doce brisa que sopra. Luz, pureza e sensibilidade, tudo o que falta para sobrepor essa mediocridade.
O vazio inexplicável, e por mais que se tente não é preenchido. Mais um dia, mais uma refeição, aflição que não acaba. Auto controle, poder sobre si mesmo, busca infindável pela perfeição que nunca chega, porque menos sempre é mais e o céu é o limite.
A gordura imaginária escondendo a verdade, criança lutadora que dissimula a fraqueza por trás da força fingida. Fugir ? Impossível, cada segundo se traduz na corrida contra a balança. Por que o peso ? porque a única liberdade é a liberdade sobre seu corpo. Ele é seu e ninugém pode interferir, no entanto, em oposição a isso, existem todos os papéis e todas as máscaras utilizadas no cotidiano, e sim, elas sufocam.
Na busca pela essência, pelo real, perde-se em si mesmo e as barreiras são transpassadas. Medo ? Jamais. As asas construídas não deixarão cair, agora, existe a leveza para voar.
Ontem foi um dia bom, e subtamente me sinto inspirada para escrever. Visitar blogs, ler as angústias dos outros, compreender minha angústia sempre me esqueço o quanto isso me faz bem. Me esqueci quem me disse isso, mas é pura verdade, abandonar seu blog é abandonar a si mesmo, por mais que tudo esteja ruim, por mais que você tenha comido 12 000 calorias (sim, isso é possível basta comer um acarajé completo) nada justifica o abandono, a entrega. Mas continuando, ontem foi um dia bom, apesar de eu ter comido vários biscoitos após a aula de jazz, foi "só" isso, para quem tava comendo o tempo inteiro é de fato um milagre, devo ter ficado em umas 400 kcals, que foram devidamente queimadas na aula.
Hoje de manhã eu comi de novo, não que eu quisesse ou estivesse com fome, mas minha mãe me chamou para tomar café e como ontem não almocei não podia dizer que simplesmente não ia. Comi relativamente pouco, 3 folhas de beiju pequenas, meia xícara de café e 3 cream crakers, assim que acabar esse post devo mia-las, não sei ainda estou em dúvida, e a tarde tenho aula de ballet para queimar algumas calorias.
Ontem visitei vários blogs, o e-blogger não estava aceitando comentários e os da weblog quase nenhum estava disponível, adicionei pessoas novas, se você quiser seu link aqui também e eu não tiver colocado por favor é só avisar.
Mais uma vez o post ficou grande... acho que é vício...
Muito Obrigado pelo apoio
Boa Sorte